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sexta-feira, 6 de abril de 2012
domingo, 1 de abril de 2012
Arturzinho sofre bullying no colégio
No capítulo de sexta-feira (23), Raul e Bia combinaram de ajudar Arturzinho a fazer novos amigos no colégio. Apesar de novo, o menino se comporta como um adulto, o que causa estranheza entre a criançada. Mas, dessa vez, os colegas de sala do filho de Artur vão passar dos limites. É bullying no Arturzinho!
Durante a semana, o garoto será jogado na lata de lixo por outros alunos de seu colégio. Esperto, ao invés de guardar o abuso para si, Arturzinho contará para Cilene e Artur sobre o ocorrido. Então, o casal decide bate um papo com a diretora da escola, mas o menino afirma que se sentirá humilhado se eles fizerem isso. Ele vai até ameaçar fugir de casa na tentativa de convencer seu pai a ficar calado.
Sem saber o que fazer, Cilene e Artur decidem procurar ajuda psicológica para o garoto. Tatiana, nova psicóloga do Elite Way, aconselha o casal a encaminhar Arturzinho para a terapia e afirma que eles não podem deixar o garoto sentir que está no comando. Segundo ela, no fundo o filho de Artur está com medo de ser abandonado novamente. Coitadinho!
os rebeldes vao entra no jogo de rpg saiba mais sobre esse jogo !!!
RPG (Role-Playing Game) é um jogo de representação de papéis, onde todos os participantes, exceto um – denominado Mestre – escolhem, formam e representam um personagem, dentro de um mundo imaginário (ou não), seguindo algumas regras. Esses jogadores não jogam uns “contra” os outros, e sim, uns “com” os outros. Nesse jogo o importante não é vencer, e nem sequer competir, mas sim, a diversão, ou seja, o aspecto lúdico do jogo.
Durante um jogo de RPG, chamada sessão, ou aventura, o Mestre tem a função de escolher o cenário, a época, a ambientação, de determinar os resultados das ações dos personagens dos jogadores e de descrever o ambiente e o que os personagens estão vendo, ouvindo, cheirando, etc. Fazendo uma comparação com uma peça de teatro, os jogadores estariam interpretando os papéis e o Mestre seria o diretor, o cenário, o som, a iluminação, os figurantes, a platéia e todo o resto. E o autor da peça? Essa peça não teria um autor, e sim, vários co-autores. Esses co-autores seriam os personagens-jogadores, que construiriam a história juntamente com o Mestre.
O funcionamento do jogo de RPG, basicamente assim: há um grupo de jogadores, cada um interpretando um personagem e um Mestre, que, através de um sistema de regras pré-estabelecido, propõe uma aventura ou uma missão para o grupo de personagens, num mundo, ou ambiente descrito por ele. Durante essa aventura, o mestre vai descrevendo o ambiente e os jogadores vão descrevendo as ações dos seus personagens. De vez em quando, algum teste aleatório é realizado para determinar o resultado de alguma ação. Os obstáculos que os jogadores encontrarão pelo caminho, bem como os outros personagens (chamados NPC – Non-Person Character) que irão interagir com os dos jogadores são descritos e/ou representados pelo Mestre. A aventura acaba, geralmente, com o cumprimento da missão por parte do grupo. Pode acontecer do grupo fracassar na missão. Nesse caso, o Mestre deve indicar as ações que deveriam ter sido melhor pensadas ou as decisões que poderiam ter sido tomadas.
Há, basicamente, três formas de jogar RPG: o tradicional, também chamado de “RPG de mesa”, onde o mestre e os demais jogadores descrevem oralmente suas ações, ou melhor, as ações de seus personagens. A segunda forma é chamada de Live Action, onde os jogadores interpretam corporalmente os seus papéis, inclusive utilizando adereços e fantasias. A terceira forma é a chamada aventura-solo, onde o jogador joga sozinho, acompanhado de um livro especial, que conduz a aventura de acordo com as vontades do jogador.
Até aqui tudo bem... o RPG possui alguma contra-indicação...?
Como tudo na vida, jogar RPG exige uma dose de responsabilidade e bom senso!
É comum encontrar - principalmente espalhados na internet - grupos contra o RPG. Eles ganham força quando pessoas de mente fraca - que não possuem a habilidade básica de distinguir a realidade da ficção - resolvem se meter em encrencas sérias.
O que esses grupos não levam em consideração, que o problema não é o RPG e sim o indivíduo em questão. Nunca no mundo, em nenhuma outra época, foi possível ter acesso à tanta informação, tão rápido. Algumas pessoas não conseguem assimilar isso, e quando se apegam em algo, ela cria o fanatismo por aquilo na tentativa de deixar sua vida mais interessante - ou talvez, usar essa influência para fugir da sua própria realidade.
Durante um jogo de RPG, chamada sessão, ou aventura, o Mestre tem a função de escolher o cenário, a época, a ambientação, de determinar os resultados das ações dos personagens dos jogadores e de descrever o ambiente e o que os personagens estão vendo, ouvindo, cheirando, etc. Fazendo uma comparação com uma peça de teatro, os jogadores estariam interpretando os papéis e o Mestre seria o diretor, o cenário, o som, a iluminação, os figurantes, a platéia e todo o resto. E o autor da peça? Essa peça não teria um autor, e sim, vários co-autores. Esses co-autores seriam os personagens-jogadores, que construiriam a história juntamente com o Mestre.
O funcionamento do jogo de RPG, basicamente assim: há um grupo de jogadores, cada um interpretando um personagem e um Mestre, que, através de um sistema de regras pré-estabelecido, propõe uma aventura ou uma missão para o grupo de personagens, num mundo, ou ambiente descrito por ele. Durante essa aventura, o mestre vai descrevendo o ambiente e os jogadores vão descrevendo as ações dos seus personagens. De vez em quando, algum teste aleatório é realizado para determinar o resultado de alguma ação. Os obstáculos que os jogadores encontrarão pelo caminho, bem como os outros personagens (chamados NPC – Non-Person Character) que irão interagir com os dos jogadores são descritos e/ou representados pelo Mestre. A aventura acaba, geralmente, com o cumprimento da missão por parte do grupo. Pode acontecer do grupo fracassar na missão. Nesse caso, o Mestre deve indicar as ações que deveriam ter sido melhor pensadas ou as decisões que poderiam ter sido tomadas.
Há, basicamente, três formas de jogar RPG: o tradicional, também chamado de “RPG de mesa”, onde o mestre e os demais jogadores descrevem oralmente suas ações, ou melhor, as ações de seus personagens. A segunda forma é chamada de Live Action, onde os jogadores interpretam corporalmente os seus papéis, inclusive utilizando adereços e fantasias. A terceira forma é a chamada aventura-solo, onde o jogador joga sozinho, acompanhado de um livro especial, que conduz a aventura de acordo com as vontades do jogador.
Até aqui tudo bem... o RPG possui alguma contra-indicação...?
Como tudo na vida, jogar RPG exige uma dose de responsabilidade e bom senso!
É comum encontrar - principalmente espalhados na internet - grupos contra o RPG. Eles ganham força quando pessoas de mente fraca - que não possuem a habilidade básica de distinguir a realidade da ficção - resolvem se meter em encrencas sérias.
O que esses grupos não levam em consideração, que o problema não é o RPG e sim o indivíduo em questão. Nunca no mundo, em nenhuma outra época, foi possível ter acesso à tanta informação, tão rápido. Algumas pessoas não conseguem assimilar isso, e quando se apegam em algo, ela cria o fanatismo por aquilo na tentativa de deixar sua vida mais interessante - ou talvez, usar essa influência para fugir da sua própria realidade.
os rebeldes vao entra no jogo de rpg saiba mais sobre esse jogo !!!
RPG (Role-Playing Game) é um jogo de representação de papéis, onde todos os participantes, exceto um – denominado Mestre – escolhem, formam e representam um personagem, dentro de um mundo imaginário (ou não), seguindo algumas regras. Esses jogadores não jogam uns “contra” os outros, e sim, uns “com” os outros. Nesse jogo o importante não é vencer, e nem sequer competir, mas sim, a diversão, ou seja, o aspecto lúdico do jogo.
Durante um jogo de RPG, chamada sessão, ou aventura, o Mestre tem a função de escolher o cenário, a época, a ambientação, de determinar os resultados das ações dos personagens dos jogadores e de descrever o ambiente e o que os personagens estão vendo, ouvindo, cheirando, etc. Fazendo uma comparação com uma peça de teatro, os jogadores estariam interpretando os papéis e o Mestre seria o diretor, o cenário, o som, a iluminação, os figurantes, a platéia e todo o resto. E o autor da peça? Essa peça não teria um autor, e sim, vários co-autores. Esses co-autores seriam os personagens-jogadores, que construiriam a história juntamente com o Mestre.
O funcionamento do jogo de RPG, basicamente assim: há um grupo de jogadores, cada um interpretando um personagem e um Mestre, que, através de um sistema de regras pré-estabelecido, propõe uma aventura ou uma missão para o grupo de personagens, num mundo, ou ambiente descrito por ele. Durante essa aventura, o mestre vai descrevendo o ambiente e os jogadores vão descrevendo as ações dos seus personagens. De vez em quando, algum teste aleatório é realizado para determinar o resultado de alguma ação. Os obstáculos que os jogadores encontrarão pelo caminho, bem como os outros personagens (chamados NPC – Non-Person Character) que irão interagir com os dos jogadores são descritos e/ou representados pelo Mestre. A aventura acaba, geralmente, com o cumprimento da missão por parte do grupo. Pode acontecer do grupo fracassar na missão. Nesse caso, o Mestre deve indicar as ações que deveriam ter sido melhor pensadas ou as decisões que poderiam ter sido tomadas.
Há, basicamente, três formas de jogar RPG: o tradicional, também chamado de “RPG de mesa”, onde o mestre e os demais jogadores descrevem oralmente suas ações, ou melhor, as ações de seus personagens. A segunda forma é chamada de Live Action, onde os jogadores interpretam corporalmente os seus papéis, inclusive utilizando adereços e fantasias. A terceira forma é a chamada aventura-solo, onde o jogador joga sozinho, acompanhado de um livro especial, que conduz a aventura de acordo com as vontades do jogador.
Até aqui tudo bem... o RPG possui alguma contra-indicação...?
Como tudo na vida, jogar RPG exige uma dose de responsabilidade e bom senso!
É comum encontrar - principalmente espalhados na internet - grupos contra o RPG. Eles ganham força quando pessoas de mente fraca - que não possuem a habilidade básica de distinguir a realidade da ficção - resolvem se meter em encrencas sérias.
O que esses grupos não levam em consideração, que o problema não é o RPG e sim o indivíduo em questão. Nunca no mundo, em nenhuma outra época, foi possível ter acesso à tanta informação, tão rápido. Algumas pessoas não conseguem assimilar isso, e quando se apegam em algo, ela cria o fanatismo por aquilo na tentativa de deixar sua vida mais interessante - ou talvez, usar essa influência para fugir da sua própria realidade.
Durante um jogo de RPG, chamada sessão, ou aventura, o Mestre tem a função de escolher o cenário, a época, a ambientação, de determinar os resultados das ações dos personagens dos jogadores e de descrever o ambiente e o que os personagens estão vendo, ouvindo, cheirando, etc. Fazendo uma comparação com uma peça de teatro, os jogadores estariam interpretando os papéis e o Mestre seria o diretor, o cenário, o som, a iluminação, os figurantes, a platéia e todo o resto. E o autor da peça? Essa peça não teria um autor, e sim, vários co-autores. Esses co-autores seriam os personagens-jogadores, que construiriam a história juntamente com o Mestre.
O funcionamento do jogo de RPG, basicamente assim: há um grupo de jogadores, cada um interpretando um personagem e um Mestre, que, através de um sistema de regras pré-estabelecido, propõe uma aventura ou uma missão para o grupo de personagens, num mundo, ou ambiente descrito por ele. Durante essa aventura, o mestre vai descrevendo o ambiente e os jogadores vão descrevendo as ações dos seus personagens. De vez em quando, algum teste aleatório é realizado para determinar o resultado de alguma ação. Os obstáculos que os jogadores encontrarão pelo caminho, bem como os outros personagens (chamados NPC – Non-Person Character) que irão interagir com os dos jogadores são descritos e/ou representados pelo Mestre. A aventura acaba, geralmente, com o cumprimento da missão por parte do grupo. Pode acontecer do grupo fracassar na missão. Nesse caso, o Mestre deve indicar as ações que deveriam ter sido melhor pensadas ou as decisões que poderiam ter sido tomadas.
Há, basicamente, três formas de jogar RPG: o tradicional, também chamado de “RPG de mesa”, onde o mestre e os demais jogadores descrevem oralmente suas ações, ou melhor, as ações de seus personagens. A segunda forma é chamada de Live Action, onde os jogadores interpretam corporalmente os seus papéis, inclusive utilizando adereços e fantasias. A terceira forma é a chamada aventura-solo, onde o jogador joga sozinho, acompanhado de um livro especial, que conduz a aventura de acordo com as vontades do jogador.
Até aqui tudo bem... o RPG possui alguma contra-indicação...?
Como tudo na vida, jogar RPG exige uma dose de responsabilidade e bom senso!
É comum encontrar - principalmente espalhados na internet - grupos contra o RPG. Eles ganham força quando pessoas de mente fraca - que não possuem a habilidade básica de distinguir a realidade da ficção - resolvem se meter em encrencas sérias.
O que esses grupos não levam em consideração, que o problema não é o RPG e sim o indivíduo em questão. Nunca no mundo, em nenhuma outra época, foi possível ter acesso à tanta informação, tão rápido. Algumas pessoas não conseguem assimilar isso, e quando se apegam em algo, ela cria o fanatismo por aquilo na tentativa de deixar sua vida mais interessante - ou talvez, usar essa influência para fugir da sua própria realidade.
meu coraçao vai ser rebelde para sempre
um RPG é pouco, dois é bom, será que três é demais? Ao que tudo indica: não! Isso porque o Elite Way será virado de pernas para o ar com mais dois jogos além do RPG dos Zimer. Um deles será obra de Binho, que deseja fazer frente a Miguel e Lucy. Já o terceiro é criação de Maria, Juju, Vitória e Duda. E aí, será que o colégio aguenta tanta fantasia em um só lugar?
A princípio, todos os rebeldes embarcam no jogo dos gêmeos. Lucy explica as regras e afirma que eles devem jogar o tempo todo, inclusive no colégio. E, como primeira missão dada pelo mestre Miguel, Roberta, Alice e companhia devem seguir um mapa até uma caverna e, em seguida, assustar alguém. Rebelde por natureza, Pedro pula fora do RPG, alegando que não gosta de receber ordens.
Não vai durar muito até que o rebelde integre outro jogo: o de Binho. Além de Pedro, o namorado de Pilar vai chamar Téo para ajudá-lo a criar um RPG. João é outro que aceita fazer parte do mundo fantástico de Binho.
Indignadas por terem ficado de fora dos dois jogos, Maria, Juju, Duda e Vitória decidem criar seu próprio RPG. E aí, será que os alunos vão conseguir separar a fantasia da realidade? Isso só o tempo pode responder!
meu coraçao vai ser rebelde para sempre
rebelde a maioria pode falar quqe e chato mais nao e vc luci e miguel eles sao vanpiros toda pergunta que nao quer calar sera que miguel e luci vao morde os rebeldes
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